O maior desconforto que senti ao ler O Conde de Monte Cristo foi ver toda aquela energia desperdiçada em nome da… vingança. Que a imensa maioria dos leitores confunde até mesmo com justiça. Sinto, porém, que existe uma ironia no subterrâneo do livro. Algo que revela mais do leitor do que dos personagens: a idéia de que, no final das contas, nada pode ser reparado de verdade.
Fodásse à rephorma ortoghraphyka!
Não entendo o porquê de tanta histeria em torno da aparente “vitória” das forças controladoras. Já na China antes de Cristo a questão da liberdade total x intervenção do Estado provocou um debate que durou séculos e que teve, em um dos lados, nada menos do que Confúcio.
